sexta-feira, 31 de julho de 2009

O que vale mais em tecnologia: mestrado ou certificação?

Artigo de Linda Leung, editora da Network World, ouve especialistas para definir qual é o melhor caminho para um jovem profissional de TI.

Fonte: http://computerworld.uol.com.br/carreira/2007/09/05/idgnoticia.2007-09-04.1777628804/

Você já tem três anos de experiência em TI no currículo e quer aumentar o seu salário. O que você faz? Volta para a universidade e busca um outro diploma em TI, como um mestrado? Ou você corre atrás de uma certificação de fornecedor?

Estas são algumas das questões que recebi de um leitor que trabalha como administrador de rede (o único da empresa) em uma pequena companhia de construção civil. Ele ganha 43 mil dólares ao ano e quer melhorar seu salário, mas tem um tempo limitado para educação. Então, qual é a melhor opção?

Perguntei para duas agências de recrutamento de profissionais, a um gestor de TI, gerente de empresa de construção e a um professor em certificação de fornecedor. Confira as respostas.

Conselho dos headhunters:
James Del Monte é presidente da JDA Professional Services, empresa de contratação de pessoal de TI do Texas, EUA. Ele afirma: "Ter um diploma de 4 anos em qualquer carreira é um bom começo e abre várias portas. É preferível ter um diploma técnico se você não tem experiência. Então, o leitor teve um bom início. Eu aconselho a ele buscar certificações da Microsoft e da Cisco. Aparentemente ele está interessado em uma carreira técnica e pode ganhar com treinamento formal. Se ele estiver pensando em uma atuação mais focada aos negócios, sugiro que ele tente um MBA. Mas este é, claro, um compromisso de longo prazo. Nesta direção, ele precisaria ir para uma empresa maior na qual ele pode aprender com outros profissionais".

Sandi Henrikson é gerente regional da Sapphire Technologies. Ela diz: "Empregadores querem sempre diplomas. Se o funcionário é jovem ou está no início de carreira e tem o tempo necessário para voltar aos estudos, buscar outro diploma é o melhor caminho. Se ele não tem muito tempo, é melhor apostar nas certificações. Com elas, o leitor pode direcionar a sua carreira para o caminho que ele espera, além de ganhar paulatinamente as habilidades que a posição que ele busca pede. Existem várias opções de cursos online para quem tem pouco tempo".

Conselho de um colega mais experiente:
Outro leitor, que pediu também para ficar anônimo, é gerente de TI em uma empresa de construção civil. Ele afirma: "Se gerenciar a TI é o objetivo, então a resposta é um mestrado em TI que vai atender as necessidades da posição, dando um bom equilíbrio entre o background técnico e os conhecimentos de negócios. Um dos aspectos mais difíceis para um gestor de TI é conhecer as tecnologias emergentes para se comunicar efetivamente com os gerentes de projetos e especialistas técnicos".

"Se o profissional está buscando melhorar seu posicionamento em funções de núcleo em tecnologia como engenheiro de redes ou gerente de projetos, não vejo pertinência na dúvida MBA versus certificação. Se ele quer ser um gerente de projeto especializado em segurança, o mestrado também faz sentido; as certificações seriam um ponto extra, mas podem parecer demais se combinadas com o diploma de mestrado. As credenciais precisam apontar para o que esse profissional espera, ser um gerente ou um super-técnico? Por exemplo, um engenheiro experiente, com conhecimento em gestão de projetos, certificações em segurança e um sólido currículo seria um candidato muito interessante".

Conselho de um professor em certificação:
Wendell Odom, CCIE nº 1624, divide o seu tempo escrevendo livros de treinamento Cisco e dando aulas na Skyline ATS. Ele aconselha: "As empresas precisam dos dois tipos de empregados – aqueles certificados e aqueles com mestrado em TI. De qualquer maneira, o grande segredo está em analisar os papéis dentro da TI e da parte de redes na TI. A grande maioria das funções na parte das redes de TI demanda habilidades que sejam 'provadas' pelas certificações, o que nem sempre acontece com as habilidades ou com o conhecimento de um mestrado. Eu diria que um bacharel com algumas certificações – mesmo fora de TI – possui uma grande vantagem sobre quem não possui nenhum diploma. Conversei com diversos estudantes e leitores que ficaram frustrados por ter suas opções limitadas pela a falta de um diploma".

"É preciso separar, também, se o empregador é um usuário de tecnologia ou um revendedor, fornecedor ou consultor. Um número impressionante de estudantes dizem que, em empresas usuárias, não existe nenhuma preocupação com certificações. Eles têm preferência pelas habilidades em si, com as certificações em segundo. Portanto, para quem trabalha nestas empresas, a certificação é importante para quem estiver pensando em trocar de emprego. Para as companhias de TI, a visão da marca da certificação está no mesmo patamar das habilidades. Assim, há uma probabilidade muito maior de que um revendedor, fornecedor ou consultor subsidie a certificação de um empregado".

"Se você quer trabalhar na TI com um escopo maior do que a rede, acho um mestrado na área interessante. Só que é mais difícil, especialmente se você não é mais tão jovem assim. Portanto, se você vai focar a sua carreira em redes, eu recomendo uma certificação de engenheiro de Internetwork da Cisco em detrimento de um mestrado em TI. O CCIE são mais centrados em tecnologias que você vai utilizar. Aliás, nunca conheci um estudante que se formado pelo curso sem ter tido um impacto positivo em suas carreiras".


Pesquisa: metade dos líderes pretende adiar aposentadoria

Falta de sucessor para assumir seus cargos é a principal razão apontada para postergar permanência no mundo corporativo.

fonte: http://computerworld.uol.com.br/carreira/2009/07/30/pesquisa-metade-dos-lideres-pretende-adiar-aposentadoria/

Metade (52%) dos altos executivos que compõem o alto comando das organizações pretendem adiar a aposentadoria para depois dos 64 anos, de acordo com pesquisa global da empresa de recrutamento Korn/Ferry. O número do atual estudo, realizado com líderes de mais de 70 países - inclusive do Brasil - é 8% mais alto do que o registrado na última edição do levantamento, realizada em 2004.

Entre os entrevistados que pretendem adiar a aposentadoria, a maioria deles (48%) diz que esse atraso deve-se à falta de um sucessor preparado para ocupar o cargo que ficará vago. Os demais fatores mais citados para os profissionais expandirem o tempo de trabalho são: crise na economia mundial, mudança na política de benefícios das companhias e descrença no sistema previdenciário.

Na conclusão do estudo, os analistas da Korn/Ferry consideram que o adiamento das aposentadorias reflete o drama vivido pelas organizações no que diz respeito à falta de planos estruturados de sucessão e de iniciativas voltadas a coordenar o fluxo de informações críticas entre os líderes e suas equipes. Temas que representam um problema grave para os CIOs.

7 dicas para criar uma boa rede de relacionamentos

Profissionais podem lançar mão de alternativas para driblar a timidez e conquistar sucesso no mercado de trabalho.

Por Computerworld/EUA

Fonte: http://computerworld.uol.com.br/carreira/2009/07/30/7-dicas-para-criar-uma-boa-rede-de-relacionamentos/

Praticamente todo mundo sente certo nervosismo quando precisa abordar outra pessoa ou ser apresentado a alguém importante. Mas, para quem é naturalmente tímido, introvertido, ou ambos, fazer o chamado "networking" profissional, ou seja, estabelecer uma rede de contatos, pode ser tão difícil quanto completar uma maratona.

Segundo a autora do livro "How to Survive, Excel and Advance as an Introvert" (Como Sobreviver, Destacar-se e Progredir sendo um Introvertido), Naomi Karten, os introvertidos são menos propensos a iniciar uma conversa. Isso pode ser uma desvantagem significativa no mundo corporativo, onde o sucesso na carreira depende muito da construção de relacionamentos sólidos. Mas é possível aprender a fazer "networking". Veja 7 ficas para criar uma boa rede de contatos.

1- Desenvolva a ideia certa
O gerente de operações espaciais da norte-americana United Space Alliance, que presta serviços para a Nasa (agência espacial americana), Keith Chuvala, não gosta do termo "networking". Para ele, a melhor definição é construir relacionamentos. Pensando dessa forma, ele torna a tarefa mais natural e humana.

2 - Defina objetivos
Os mentores de carreira costumam mencionar a rede de relacionamentos como um caminho-chave para conseguir um novo emprego. Mas essa rede é importante também dentro da companhia. Para levar seus projetos adiante ou avançar com idéias, o profissional pode precisar de aliados ou até mesmo segundas opiniões para questões mais específicas. Para chegar a esse ponto, uma boa estratégia é criar uma lista do que ele almeja alcançar. Isso não só da base para a criação de bons relacionamentos, mas pode também motivar o profissional.

3 – Tire proveito de sua zona de conforto
O chefe de tecnologia da empresa norte-americana de direito Fenwick & West LLP, Matthew Kessner, sente-se à vontade para falar com centenas de pessoas e para socializar-se em grupos pequenos. Mas, curiosamente, acha assustador o meio-termo, como coquetéis. Para melhorar sua rede de relacionamentos, ele aprendeu a tirar o melhor proveito das situações confortáveis.

Conversar com multidões não constrói relacionamentos pessoais, mas ele aproveita a ocasião para falar cara-a-cara depois das apresentações. O profissional deve observar seu próprio comportamento para entender o que funciona mais para ele.

4 – Saiba mapear as oportunidades de relacionamento
Um bom começo pode ser criar uma agenda de compromissos em associações de classe, onde o profissional pode se apresentar e travar conversas. Mas é importante não se limitar a esses eventos. De acordo com um executivo da empresa de recrutamento The PacheraGroup, baseada na Califórnia, é importante sempre ir aos locais onde o profissional será visto e reconhecido.

5 Maximize as ferramentas de sua rede social
É interessante maximizar conexões de suas redes, como Facebook, LinkedIn, Twitter, Plaxo e CW Connect. Em todos, há grupos que estão ligados aos seus interesses, pessoais e profissionais. Pode ser a porta de entrada para novas oportunidades.

6 Ofereça algo quando travar contatos
Para o CEO da desenvolvedora de sistemas Precision Quality Software, Andre Gous, é importante acrescentar valor cada vez que estabelecer um novo contato. "Pense sempre: o que posso oferecer?", afirma. "Nem sempre é confortável para o outro mostrar o que quer", diz.

7 – Comprometa seu tempo
Profissionais introvertidos estão acostumados a deixarem oportunidades de relacionamento passarem. Uma maneira de evitar que isso aconteça é comprometer o tempo e marcar encontros durante cafés da manhã ou almoços. Essa prática, quando incluída na rotina diária de negócios do profissional, torna mais fácil a criação de uma rede de relacionamentos e o desempenho social.

sábado, 25 de julho de 2009

Oportunidade para programadores Assembler / C para Mainframe

A T-Systems do Brasil, multinacional alemã, presente em mais de 20
países com aproximadamente 50 mil funcionários, busca profissionais
que falem alemão e queiram fixar residencia em Blumenau.

Interessados devem enviar CV com pretensão salarial (CLT)

Favor preencher o CV com o maior número de informações profissionais possível.

Deverá fixar residencia em Blumenau / SC
Att.
Edney Marcel Imme

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Desenvolvedor Java está em alta no mercado

Carreira é promissora na indústria de tecnologia; salários variam de
R$ 3 mil a R$ 6 mil.
Fonte: http://computerworld.uol.com.br/carreira/2009/07/23/desenvolvedor-java-esta-em-alta-no-mercado/
Uma das carreiras mais promissoras no mercado de tecnologia da
informação (TI) no País é a de desenvolvedor Java. Desde que a
linguagem de programação ganhou força, com a explosão da internet, em
2000, a oferta de vagas vem crescendo ano após ano.

Ávidas por especialistas na tecnologia, muitas empresas têm enfrentado
dificuldade em encontrar gente qualificada, embora estima-se que no
Brasil existam mais de 70 mil profissionais. "O problema é que o
volume de profissionais disponíveis no mercado é bem menor do que a
demanda", explica o gerente da divisão de tecnologia da empresa de
recrutamento Michael Page, Ricardo Basaglia. "A área de
desenvolvimento em Java se mantém aquecida, mesmo diante da crise".

Com salários que vão de três mil reais a seis mil reais, esses
profissionais são valorizados pela indústria de TI e por consultorias.
Muitos, inclusive, acabam bastante assediados pela concorrência que
enfrenta essa falta de talentos. É o caso do arquiteto em Java, Daniel
Quirino, 26 anos, que atua na empresa de serviços Tata Consultancy
Services (TCS), braço de TI do grupo indiano Tata.

Logo que saiu da faculdade, em 2005, começou a receber convites de
emprego que continuam até hoje. "As universidades formam poucos
profissionais e mesmo estes ainda não estão aptos a assumir
determinados cargos", afirma. Graduado em Ciências da Computação pela
Universidade de São Carlos, Quirino mexe com programação desde os 10
anos, quando suas empreitadas eram apenas um hobby. "As perspectivas
de carreira são muito boas e interessantes, da mesma forma que os
salários estão competitivos", diz.

De acordo com o gerente de RH da CPM Braxis, Alexandre Ullmann, das
385 vagas que a companhia possui em aberto, boa parte é para
desenvolvedores ou programadores Java. "Buscamos trazer gente júnior e
treiná-los para entender nossa cultura", afirma. Essa estratégia visa
preparar os profissionais a ocupar cargos seniores da prestadora de
serviços de tecnologia. Mesmo assim, a empresa ainda encontra
dificuldades pela escassez de força de trabalho disponível e pela
falta de inglês fluentes da maioria dos profissionais.