quarta-feira, 15 de julho de 2009

MOMENTOS KODAK (VALE A PENA DA UMA OLHADA RS)

Empresas treinam em casa para reduzir déficit de formação

Fonte: http://computerworld.uol.com.br/carreira/2009/07/14/empresas-treinam-em-casa-para-reduzir-deficit-de-formacao/
Crise não afeta orçamento das empresas em treinamento, que se
transforma em arma para diminuir falta de qualificação.

Por Andrea Giardino, Computerworld

A aposta na formação dos profissionais continua sendo a principal arma
do setor de tecnologia da informação (TI) para combater a falta de
gente qualificada no País. A boa notícia é que nem a crise afetou o
orçamento das empresas. Algumas, inclusive, ampliaram os investimentos
para 2009. É o caso da Everis, consultoria especializada em negócios e
TI, que ampliou a verba de treinamento no Brasil, saltando de 700 mil
reais ano passado para 1 milhão de reais em 2009.

O aumento dos recursos, destinados à universidade corporativa, visa
suportar o crescimento no número de funcionários de 2008 para cá.
Foram contratadas 150 novas pessoas, totalizando 430 empregados.
Todos, desde quem acabou de entrar na companhia até os mais antigos,
passam por programas de capacitação. São cursos técnicos e
comportamentais, que envolvem profissionais de níveis gerencial e
operacional.

"A meta é treinar cada colaborador em pelo menos 56 horas por ano",
afirma Cristhiane Gameiro, gerente de RH da Everis Brasil. No caso dos
mais juniores, ela explica que os programas têm o objetivo de
prepará-los para assumir cargos mais altos no futuro. "Os menos
experientes também são acompanhados por mentores que o ajudam a
evoluir na carreira", diz.

De acordo com Cristhiane, este ano um dos focos da Everis é a área de
consultoria, considerada estratégica para a empresa. Tanto que a
universidade corporativa tem dado atenção a cursos de liderança para
os executivos e treinamentos técnicos para os consultores. Além disso,
a Everis mantém um programa de pós-graduação em parceria com a
Universidade de La Salle, na Espanha, dirigido aos consultores.

Na Asyst Sudamérica, empresa brasileira especializada em suporte ao
usuário, os treinamentos e certificações são subsidiados pela empresa.
Para aqueles que chegam sem nada, há um esforço para que se submetam a
algum tipo de curso. "As faculdades não conseguem preparar o
profissional para o mercado e nossos clientes exigem gente altamente
capacitada", explica Oswaldo Brancaglione, vice-presidente da
companhia para a América Latina.

Os investimentos na Asyst abrangem todos os níveis e vão além de
cursos técnicos, comportamentais para a liderança e de idiomas. "Temos
uma carência de gente que fale inglês, mas por incrível que pareça
muitos mal dominam o português", ressalta. "Damos até aula de
interpretação de texto".

Atualmente, a empresa destina 3% do faturamento – em 2008, a Asyst
registrou uma receita de 42 milhões de reais - com programas de
treinamento e para 2009 aposta suas fichas no ensino a distância para
capacitar, no prazo de um ano, todos os funcionários da operação
brasileira. "Para 2010, nossa expectativa também é implantar os
treinamentos virtuais nas operações da Argentina e Chile", afirma
Brancaglione.

"Como boa parte dos funcionários atua na casa dos clientes, precisamos
chegar até eles", destaca o executivo. Os treinamentos serão
realizados a partir do acesso ao portal Webtraining Asyst, ainda em
fase de desenvolvimento, e poderão ser obrigatórios ou opcionais, de
acordo com a necessidade da equipe e demanda do contratante.

Faça chuva, faça sol, e a subsidiária brasileira da T-Systems não
reduz nenhum centavo dos 0,6% do faturamento bruto do País para
treinamento. É o que revela o vice-presidente de RH da companhia,
André Vieira. "O profissional de TI não sai pronto da faculdade",
também afirma. Com uma média de 50 contratações por mês – das quais 15
são de estagiários -, a empresa concentra esforços na formação.

"Muitos dos que entram, ainda estão no primeiro ou segundo ano da
universidade e precisam ser treinados tanto do aspecto prático como de
habilidades comportamentais", diz Vieira. O executivo explica que
formar dentro de casa foi uma das estratégias adotadas pela companhia.
"Queremos que o talento seja criado aqui dentro", afirma.

Prova disso, que em boa parte dos casos, os profissionais são
preparados desde o começo da faculdade. Segundo Vieira, 90% dos
estagiários são efetivados um ano após ingressarem na companhia.

terça-feira, 14 de julho de 2009

TRIAD SYSTEMS: Oportunidade Analista Programador.

Bom dia.

Segue abaixo, oportunidade TRIAD SYSTEMS:

Analista Programador

A TRIAD SYSTEMS, consultoria há 16 anos no mercado corporativo com
diversificada carteira de clientes, busca profissionais para atuar em
cliente de grande porte, com o seguinte perfil:

Experiência em análise, especificação técnica, desenvolvimento e homologação
dos sistemas requisitados.

Experiência como Desenvolvedor Web utilizando tecnologias Linux, Apache,
PHP, XML, Oracle (PL/SQL), MS SQL Server, IIS e ASP.

Superior concluído ou em curso (no mínimo 50% concluído) na área de TI.

Contratação CLT.

Local de trabalho: Porto Alegre/ RS.

* Preferencialmente profissionais que residam na região.

Os interessados, encaminhar CV atualizado mencionando pretensão salarial CLT
e disponibilidade para início.

Mencionar código da vaga: DES_WEB_RS.

Agradecemos possíveis indicações.

Att

<http://www.triadsystems.com.br/>

<http://www.triadsystems.com.br/> www.triadsystems.com.br
__________________________________________________________

Gisele Nunes Domingues

Analista de RH
Triad Systems
São Paulo (11) 3054-6628
* <mailto:gisele.nunes@triadsystems.com.br>
gisele.nunes@triadsystems.com.br

Florianópolis terá 3º parque tecnológico

 
Novo espaço será inaugurado nesta quarta-feira (15/07) e poderá receber até 50 empresas. Custo por metro quadrado é de, aproximadamente, 28 reais. 

Florianópolis, capital de Santa Catarina, ganhará seu terceiro parque tecnológico nesta quarta-feira (15/07), com a inauguração do Parque Tecnológico da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate).

De acordo com o presidente da Acate, Rui Gonçalves, a principal vantagem das empresas ocuparem as instalações de um parque tecnológico é o maior potencial de interação e troca de experiências. Para ele, quando os empreendimentos estão isolados, há perda de competitividade, uma vez que os empresários acabam sem saber o que está acontecendo com outras empresas do mercado.

Pelos cálculos da associação, Florianópolis conta com 360 empresas de software e 110 de hardware, o que resulta em, aproximadamente, 470 companhias do setor de Tecnologia da Informação. Devido à demanda do segmento, a expectativa de Gonçalves é de que até o final do ano toda a área do novo parque tecnológico, com capacidade de cerca de 50 empreendimentos, esteja ocupada.

O novo espaço oferece salas de 100m2 a 600 m2, com infraestrutura como cabeamento para internet, central telefônica e possibilidade de instalação de ar condicionado split. O custo por metro quadrado está em torno de 28 reais. O parque também conta com 400 vagas cobertas de estacionamento, dois cafés e um restaurante, centro de eventos com auditório, salas de reunião e de treinamento, academia de ginástica e segurança.

Santa Catarina vem anunciando uma série de iniciativas para fortalecer o mercado local de tecnologia da informação. Há cerca de um mês, em 12/6, o Estado regulamentou uma lei de inovação que deverá contribuir para o desenvolvimento tecnológico local e para o incentivo à pesquisa científica. Também em junho, a capital catarinense anunciou a criação de uma Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia. 

Gonçalves afirma que a legislação vai permitir a transferência de empresas, recursos do governo, além de parcerias entre instituições de ensino e governo em Santa Catarina, impulsionando a inovação no Estado. "Agora vamos ter de 'vender' essas vantagens. Precisa-se criar um ambiente de negócios", avalia o presidente da associação.

CSC compra divisão brasileira da BearingPoint

São Paulo - Detalhes financeiros da transação não foram revelados. Consultoria pediu concordata nos Estados Unidos em fevereiro.
 

A CSC, especializada em serviços de gerenciamento de tecnologia, anunciou a compra da divisão brasileira da consultoria Bearing Point. Os detalhes financeiros da transação não foram revelados. Em fevereiro deste ano, a consultoria entrou com pedido de proteção contra falência (chapter 11) nos Estados Unidos e, um mês depois, anunciou que iria vender suas operações no Brasil e na América Latina.

Com escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, a BearingPoint soma mais de 500 funcionários no País. Segundo comunicado à imprensa feito pela CSC, a compra vai aumentar sua capacidade de prover suporte aos clientes, adicionar um número significativo de clientes à base, além facilitar a busca por novos negócios.

Outro motivo mencionado para justificar a aquisição é a ampliar a atuação em algumas indústrias estratégicas, como os setores químico, energético e tecnológico. Segundo Michael W. Laphen, presidente e CEO da CSC, a compra é um passo importante para estabelecer presença significativa no mercado brasileiro, um das maiores economias emergentes do mundo.

Na América Latina, além do Brasil, a CSC está presente no México, Argentina, Colômbia, Costa Rica, Guatemala e Peru.