terça-feira, 11 de agosto de 2009

Paciência e a Geração Y

Fonte: http://www.minhacarreira.com/2009/08/11/paciencia-e-a-geracao-y/

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Uma das características marcantes da Geração Y é sua urgência por respostas, desejo nato e um tanto direto por resultados, feedback e recompensas. Enfim, dificuldade em lidar com situações que exigem paciência.

Crescemos ouvindo de nossos pais que devemos ter mais paciência com o mundo que nos cerca, pois sempre queremos tudo "para ontem". A Wikipedia possui uma definição bem interessante para paciência e que esclarece a maioria das dúvidas a respeito. Acredito que a definição seja única pra todos, porém a desenvolvemos com focos diferenciados, como jogos (xadrez, RPGs, jogos de estratégia, etc.), relacionamentos, hábitos (livros, jardinagem, surf) e muitos outros. No entanto poucas vezes a focamos no trabalho e em nossa carreira.

Uma carreira é construída com o tempo, e o tempo não passa mais rapidamente porque queremos, logo tentamos fazer com que as coisas aconteçam em menos tempo do que seria necessário. É nesse momento que devemos avaliar se realmente precisamos acelerar o processo ou não. Já diz o pensamento popular que o que vale não é o destino mas a jornada, e o que é a jornada senão nosso dia a dia com suas vitórias e derrotas?

Se nossas atividades exigem paciência em sua solução, nós a empregamos com o máximo de critérios e sem problemas, mas quando essa mesma paciência é requisitada para alcançarmos uma promoção, ela é rapidamente encarada com suspeitas e desconforto. Devemos aprender que paciência faz parte do trabalho, assim como analisar o ambiente que nos cerca em busca da melhor oportunidade, e essa é a palavra chave para o momento econômico que vivemos.

Devemos aprender a desenvolver a paciência como forma de potencializar as chances de encontrarmos boas oportunidades, as vezes uma promoção de certa forma "forçada" de nossa parte poderia ter sido melhor para nossa carreira se ocorrida 6 meses ou 1 ano mais tarde, pois teríamos mais experiência e mais chances para saber lidar com os novos problemas a serem resolvidos.

Diversos artigos sobre a Geração Y ressaltam que nossa vontade de crescer rapidamente faz com que queimemos etapas importantes em nosso desenvolvimento, e muitas vezes é verdade. Devemos aprender a observar o caminho que desejamos trilhar e tentar descobrir quando as mudanças são necessárias. Saber esperar pelo melhor momento para agirmos ao invés de sermos sempre impulsivos é imprescindível para uma carreira de sucesso.

Você pratica a paciência em sua carreira e em seus objetivos?

Cinco Regras de Ouro na Carreira

Fonte: http://www.tribodomouse.com.br/2009/08/cinco-regras-de-ouro-na-carreira.html


1. Una Paixão com Trabalho: Gostar do que faz não é o suficiente. Grandes profissionais são aqueles apaixonados por sua profissão. O maior prazer para esses profissionais é o próprio resultado do trabalho. A recompensa acaba vindo inevitavelmente pois são esses os profissionais que ascendem mais rapidamente na carreira. Lembro sempre de uma frase clássica da Mae West, atriz norte-americana, que diz o seguinte:
- Descubra o que você realmente gosta de fazer e arranje um jeito de ganhar dinheiro com isso.
Quer plano de carreira melhor que esse?

2. Pese suas escolhas
: Essa é uma complementação da regra anterior. Todas as nossas decisões devem, constantemente, ser colocadas na balança. Quero ter uma carreira de sucesso, mas também quero dedicar muito tempo para meus filhos. Quero trabalhar no exterior, mas não quero deixar minha família. É difícil encontrar o equilíbrio, principalmente no que tange trabalho e vida pessoal. Seja qual for a sua escolha, e ela não tem que ser necessariamente um ou outro, existem prós e contras envolvidos. Portanto, é muito importante reavaliar constantemente as prioridades para reforçar nossas escolhas, e ter certeza que estamos seguindo o caminho certo para nós mesmos.

3. Busque o Sentido Mítico: 
É fundamental sentir-se parte de algo maior, compartilhar uma identidade com o grupo que você trabalha. É isso que quero dizer com Sentido Mítico, a sensação de estar engajado em algo maior. Perseguir um objetivo assim traz sentido à banalidade do dia-a-dia. Nos anos oitenta a IBM não vendia computadores, vendia "Uma noite tranquila de sono a quem os comprasse". Percebe? Hoje, um bom exemplo é a missão do Google: Organizar as informações do mundo todo e torná-las acessíveis e úteis em caráter universal. As pessoas não estão lá para programar, criar ferramentas, estão lá para mudar o mundo. E você pode, todos podemos, trazer isso para âmbito pessoal e criar uma missão que faça a diferença para nossas carreiras.

4. Encontre o seu Nêmesis:
Todo herói que se preza tem um bom vilão. Vilões são fundamentais, tão ou mais importantes do que os heróis. Eles mobilizam as pessoas em direção a um objetivo, suprimem as diferenças, facilitam a construção de alianças. Seja aquele sujeito que roubou sua namorada no colégio ou o cara que ganha de você no ping-pong, todos temos um. No ambiente corporativo pode ser quem concorre pela mesma promoção que você, mas normalmente é alguém que defende ideais justamente opostos aos seus. A concorrência nos faz melhores, provoca o nosso desenvolvimento e relembra quem nós somos e por que estamos no jogo.

5.
Keep Walking: Essa regra também pode ser traduzida por: Siga em frente e trabalhe duro. É a mais óbvia das regras, mas nenhuma das outras funciona sem ela. Você pode amar o que faz, conviver bem com suas escolhas, trabalhar para um objetivo maior e conhecer seus adversários. Nada disso traz resultados sem o bom e velho "Hard Work", e sem a capacidade de seguir em frente superando as adversidades. Se as regras anteriores servem para apontar o caminho, este só pode ser trilhado através do trabalho, que nem sempre é glamoroso ou mesmo agradável, mas é a única via para o atingimento dos objetivos. Como diria o meu herói Rocky Balboa:
- Não faz diferença o quão forte você bate. O que faz diferença é o quanto de pancadas você consegue aguentar e ainda assim seguir em frente.

Como buscar oportunidades

Fonte: http://br.hsmglobal.com/notas/44022-como-buscar-oportunidades

Ao tentar se recolocar no mercado de trabalho, existem algumas práticas que contribuem. Quando um profissional decide procurar por novas oportunidades profissionais, além do currículo, que é o cartão de visita, o networking e a entrevista são as principais ferramentas dessa etapa. Principalmente, se o profissional passou um longo período em uma mesma empresa. O início do processo de busca de oportunidades de carreira requer dedicação e planejamento.

Segundo a empresa especializada em Recursos Humanos, a Career Center, algumas atitudes são capazes de ajudar a se destacar no mercado.

- Currículo: inserir os resultados alcançados apresenta o quanto você pode trazer da sua experiência para a empresa e pode proporcionar uma preferência do recrutador entre os concorrentes. Além de falar dos cargos exercidos, das atividades realizadas e do período em que trabalhou nas empresas, é importante mostrar quais vantagens o profissional trouxe no período em que exerceu a função.

- Networking: agora é a hora de procurar por todos os cartões de visitas que recebeu até hoje. Separe pelo menos 60 nomes, avalie cada um e prepare-se para restabelecer contato. Atualmente, manter uma rede de networking é questão de sobrevivência e aprendizagem, pois networking é uma forma de troca de conhecimentos. Cerca de 57% de seus clientes são recolocados no mercado por meio de networking. Em uma reunião com esses contatos, trocam-se ideias, conselhos, informações sobre setores de trabalho e competências.

- Planejamento financeiro: é importante se programar para não passar 'aperto' durante o período de busca de trabalho. Portanto, fazer um planejamento adequado é essencial para não ter maiores problemas durante o processo de reinserção no mercado.

- Antes da entrevista: descubra tudo o que puder a respeito da empresa, pois você poderá ser questionado: "O que sabe sobre a nossa empresa?". Informações básicas como atualidades sobre o mercado em que a empresa está inserida, sua origem, número de funcionários, localização, principais produtos e concorrentes darão suporte na hora da entrevista. Cuidar da apresentação pessoal, da empatia a ser criada e não chegar atrasado são fatores fundamentais a serem priorizados.

- Durante a entrevista: não existe fórmula para enfrentar uma entrevista, porém há um conjunto de fatores compatíveis com seus objetivos e o da empresa, que pode levar ao sucesso em uma entrevista. A entrevista de trabalho muitas vezes causa temor, mas ela deve ser encarada como um momento de apresentação das suas competências e habilidades, ou seja, uma oportunidade de exposição. Algumas dicas podem ajudar nesse processo, como responder somente o que for perguntado e evitar respostas prontas e decoradas; apresentar o perfil pessoal e de carreira destacando os pontos fortes e fracos; e falar do motivo de desligamento da empresa, quando houver, de forma clara e objetiva.

- Salário: a dica é comentar sobre salário somente ao final da entrevista. É importante primeiramente saber sobre e cargo disponível, se necessário comente seu último salário e benefícios, quando questionado, e sempre esteja aberto para negociação. Outra dica é conhecer os benefícios da empresa antes de falar sua faixa salarial.

Para finalizar, a empresa recomenda que além dessas dicas é essencial ter planejamento de carreira e sempre demonstrar interesse e entusiasmo pelo que faz.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

O que vale mais em tecnologia: mestrado ou certificação?

Artigo de Linda Leung, editora da Network World, ouve especialistas para definir qual é o melhor caminho para um jovem profissional de TI.

Fonte: http://computerworld.uol.com.br/carreira/2007/09/05/idgnoticia.2007-09-04.1777628804/

Você já tem três anos de experiência em TI no currículo e quer aumentar o seu salário. O que você faz? Volta para a universidade e busca um outro diploma em TI, como um mestrado? Ou você corre atrás de uma certificação de fornecedor?

Estas são algumas das questões que recebi de um leitor que trabalha como administrador de rede (o único da empresa) em uma pequena companhia de construção civil. Ele ganha 43 mil dólares ao ano e quer melhorar seu salário, mas tem um tempo limitado para educação. Então, qual é a melhor opção?

Perguntei para duas agências de recrutamento de profissionais, a um gestor de TI, gerente de empresa de construção e a um professor em certificação de fornecedor. Confira as respostas.

Conselho dos headhunters:
James Del Monte é presidente da JDA Professional Services, empresa de contratação de pessoal de TI do Texas, EUA. Ele afirma: "Ter um diploma de 4 anos em qualquer carreira é um bom começo e abre várias portas. É preferível ter um diploma técnico se você não tem experiência. Então, o leitor teve um bom início. Eu aconselho a ele buscar certificações da Microsoft e da Cisco. Aparentemente ele está interessado em uma carreira técnica e pode ganhar com treinamento formal. Se ele estiver pensando em uma atuação mais focada aos negócios, sugiro que ele tente um MBA. Mas este é, claro, um compromisso de longo prazo. Nesta direção, ele precisaria ir para uma empresa maior na qual ele pode aprender com outros profissionais".

Sandi Henrikson é gerente regional da Sapphire Technologies. Ela diz: "Empregadores querem sempre diplomas. Se o funcionário é jovem ou está no início de carreira e tem o tempo necessário para voltar aos estudos, buscar outro diploma é o melhor caminho. Se ele não tem muito tempo, é melhor apostar nas certificações. Com elas, o leitor pode direcionar a sua carreira para o caminho que ele espera, além de ganhar paulatinamente as habilidades que a posição que ele busca pede. Existem várias opções de cursos online para quem tem pouco tempo".

Conselho de um colega mais experiente:
Outro leitor, que pediu também para ficar anônimo, é gerente de TI em uma empresa de construção civil. Ele afirma: "Se gerenciar a TI é o objetivo, então a resposta é um mestrado em TI que vai atender as necessidades da posição, dando um bom equilíbrio entre o background técnico e os conhecimentos de negócios. Um dos aspectos mais difíceis para um gestor de TI é conhecer as tecnologias emergentes para se comunicar efetivamente com os gerentes de projetos e especialistas técnicos".

"Se o profissional está buscando melhorar seu posicionamento em funções de núcleo em tecnologia como engenheiro de redes ou gerente de projetos, não vejo pertinência na dúvida MBA versus certificação. Se ele quer ser um gerente de projeto especializado em segurança, o mestrado também faz sentido; as certificações seriam um ponto extra, mas podem parecer demais se combinadas com o diploma de mestrado. As credenciais precisam apontar para o que esse profissional espera, ser um gerente ou um super-técnico? Por exemplo, um engenheiro experiente, com conhecimento em gestão de projetos, certificações em segurança e um sólido currículo seria um candidato muito interessante".

Conselho de um professor em certificação:
Wendell Odom, CCIE nº 1624, divide o seu tempo escrevendo livros de treinamento Cisco e dando aulas na Skyline ATS. Ele aconselha: "As empresas precisam dos dois tipos de empregados – aqueles certificados e aqueles com mestrado em TI. De qualquer maneira, o grande segredo está em analisar os papéis dentro da TI e da parte de redes na TI. A grande maioria das funções na parte das redes de TI demanda habilidades que sejam 'provadas' pelas certificações, o que nem sempre acontece com as habilidades ou com o conhecimento de um mestrado. Eu diria que um bacharel com algumas certificações – mesmo fora de TI – possui uma grande vantagem sobre quem não possui nenhum diploma. Conversei com diversos estudantes e leitores que ficaram frustrados por ter suas opções limitadas pela a falta de um diploma".

"É preciso separar, também, se o empregador é um usuário de tecnologia ou um revendedor, fornecedor ou consultor. Um número impressionante de estudantes dizem que, em empresas usuárias, não existe nenhuma preocupação com certificações. Eles têm preferência pelas habilidades em si, com as certificações em segundo. Portanto, para quem trabalha nestas empresas, a certificação é importante para quem estiver pensando em trocar de emprego. Para as companhias de TI, a visão da marca da certificação está no mesmo patamar das habilidades. Assim, há uma probabilidade muito maior de que um revendedor, fornecedor ou consultor subsidie a certificação de um empregado".

"Se você quer trabalhar na TI com um escopo maior do que a rede, acho um mestrado na área interessante. Só que é mais difícil, especialmente se você não é mais tão jovem assim. Portanto, se você vai focar a sua carreira em redes, eu recomendo uma certificação de engenheiro de Internetwork da Cisco em detrimento de um mestrado em TI. O CCIE são mais centrados em tecnologias que você vai utilizar. Aliás, nunca conheci um estudante que se formado pelo curso sem ter tido um impacto positivo em suas carreiras".


Pesquisa: metade dos líderes pretende adiar aposentadoria

Falta de sucessor para assumir seus cargos é a principal razão apontada para postergar permanência no mundo corporativo.

fonte: http://computerworld.uol.com.br/carreira/2009/07/30/pesquisa-metade-dos-lideres-pretende-adiar-aposentadoria/

Metade (52%) dos altos executivos que compõem o alto comando das organizações pretendem adiar a aposentadoria para depois dos 64 anos, de acordo com pesquisa global da empresa de recrutamento Korn/Ferry. O número do atual estudo, realizado com líderes de mais de 70 países - inclusive do Brasil - é 8% mais alto do que o registrado na última edição do levantamento, realizada em 2004.

Entre os entrevistados que pretendem adiar a aposentadoria, a maioria deles (48%) diz que esse atraso deve-se à falta de um sucessor preparado para ocupar o cargo que ficará vago. Os demais fatores mais citados para os profissionais expandirem o tempo de trabalho são: crise na economia mundial, mudança na política de benefícios das companhias e descrença no sistema previdenciário.

Na conclusão do estudo, os analistas da Korn/Ferry consideram que o adiamento das aposentadorias reflete o drama vivido pelas organizações no que diz respeito à falta de planos estruturados de sucessão e de iniciativas voltadas a coordenar o fluxo de informações críticas entre os líderes e suas equipes. Temas que representam um problema grave para os CIOs.