segunda-feira, 11 de abril de 2011

Fwd: Oportunidade Analista Desenvolvedor C# Junior!


A T-Systems – divisão do grupo Deutsche Telekom – é uma provedora de serviços de Tecnologia da Informação e de Comunicações (ICT) da Europa. Presente em mais de 20 países, emprega mais de 50 mil colaboradores mundialmente.
Estamos com a seguinte posição em aberto:


Analista Desenvolvedor C# Junior

 

Requisitos:

Experiência mínima de 1 ano em:

  • Linguagem de programação C# e/ou C++
  • Orientação a Objeto
  • Banco de Dados

 

Local de Trabalho:

  • São Bernardo do Campo

Benefícios:

  • Assistência Médica;
  • Assistência Odontológica;
  • Vale Transporte;
  • Vale Refeição;
  • Participação nos Resultados;
  • Auxílio Creche;
  • Previdência Privada.

 

** Interessados enviar CV com Pretensão salarial **

 

Mariana do Carmo Baldini

Human Resources & Internal Communication

 

·T· · · Systems do Brasil Ltda.

Rua Olimpíadas, 205 - 3° andar

04551-000 - Vl. Olimpia - São Paulo

email: mariana.baldini@t-systems.com.br

www.t-systems.com.br

 

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Fwd: Pequenas empresas perdem 14,5 mil ao dia comincidentes

Bom dia,
 
segue abaixo link sobre reportagem interessante de como as empresas perdem dinheiro.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Empresa segura funcionário para driblar falta de qualificação

Com a escassez de mão de obra qualificada no país, reter os trabalhadores já aptos a exercer a função é o segundo mecanismo mais usado pelas empresas do setor industrial para lidar com o problema.

Essa solução foi citada por 40% daquelas ouvidas pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) que afirmaram ter problemas com a falta de mão de obra qualificada.

Enquete: a empresa onde você trabalha investe na qualificação do funcionário?
Falta de mão de obra qualificada prejudica 69% das empresas
Só 18% de operários na construção tiveram formação profissional

Isso implica oferecer mais benefícios para os trabalhadores, incluindo melhores salários. O gerente-executivo da Unidade de Pesquisa da CNI, Renato da Fonseca, ressalta que essa política de retenção do funcionário gera ainda mais dificuldades para as empresas de pequeno porte, já que as médias e grandes conseguem dar mais vantagens para "segurar" o funcionário.

O crescimento econômico, destaca, agrava o problema porque é preciso elevar a produção e ter mais eficiência. "As empresas começam a ter que disputar esse trabalhador no mercado. Isso encarece o custo."

A capacitação do empregado no próprio local de trabalho aparece como o principal mecanismo usado pelos entrevistados para enfrentar o problema, tendo sido citado por 78% deles.

A pesquisa da CNI divulgada nesta quarta-feira apontou que a falta de mão de obra qualificada afeta 69% das empresas, com elevação ante o número contabilizado no último levantamento (56%), em 2007.

Na análise por porte, as grandes apresentam um percentual menor (63%), com pequenas e médias empatadas em 70%. "É um problema que atinge a indústria como um todo, dificultando o aumento da produtividade e a qualidade do produto", destaca Fonseca.

"Se não conseguem aumentar a competitividade, as empresas brasileiras vão começar a perder mercado [no cenário internacional]", completa.

EDUCAÇÃO BÁSICA

Para mais da metade (52%) das empresas consultadas, a má qualidade da educação básica é uma das principais dificuldades para qualificar esses funcionários.

"Quanto mais tarde o problema é enfrentado, mais difícil será para as gerações futuras terem um desenvolvimento econômico e social forte."

A deficiência em conceitos básicos de matemática, por exemplo, é uma das causas para reduzir o número de alunos nos cursos de engenharia, que exigem muito cálculo e raciocínio lógico, afirma Fonseca.

Embora todas as áreas e categorias profissionais sejam atingidas por esse gargalo, a área de produção, principalmente operadores e técnicos, é a mais prejudicada pela falta de trabalhadores qualificados, com essas funcões citadas por 94% e 82% dos entrevistados, respectivamente. Os engenheiros aparecem com 61%.

A sondagem da entidade entrevistou executivos de 1.616 empresas entre os dias 3 e 26 de janeiro. Entre as empresas ouvidas, 931 são pequenas, 464 médias e 221 grandes.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/898969-empresa-segura-funcionario-para-driblar-falta-de-qualificacao.shtml

Att.
Edney Marcel Imme

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Gerenciamento de Incidentes

Organizações bem-sucedidas reconhecem os benefícios da tecnologia da informação e a utiliza para direcionar os valores das partes interessadas no negócio. Essas organizações também entendem e gerenciam os riscos associados, tais como as crescentes demandas regulatórias e a dependência crítica de muitos processos de negócios em relação à TI.

A necessidade da avaliação do valor de TI, o gerenciamento dos riscos relacionados e as crescentes necessidades de controle sobre as informações, são agora entendidos como elementos-chave da governança corporativa.

Valor, risco e controle constituem a essência da governança de TI, sendo responsabilidade dos executivos e da alta direção, consistindo em aspectos de liderança, estrutura organizacional e processos que garantam que a área de TI da organização suporte e aprimore os objetivos e as estratégias da organização, visando perfeito alinhamento da TI com o negócio fim.

A Gestão de Incidentes é uma tarefa reativa, ou seja, ela reduz ou elimina os efeitos das perturbações potenciais ou reais nos  serviços de TI,  garantindo que os usuários possam voltar  a  trabalhar  o  mais  cedo  possível.
Por  essa  razão  os  incidentes  são  registrados, classificados e atribuídos aos especialistas adequados, sua evolução é monitorada, são devidamente resolvidos e posteriormente encerrados.

Uma  vez  que  isso  exige  contato  próximo  com  os  usuários,  a  Central de Serviços é o centro  nervoso do  processo  de gestão de  incidentes. A equipe do da Central  atua como equipe de  frente, tudo passa por ela, para então seguir o fluxo apropriado para a devida resolução, seja em primeira instância, seja por repasse aos níveis de atendimento especializado e fornecedores.

A Gestão de  Incidentes  é  vital, fornecendo informações valiosas sobre erros na infraestrutura. Pois incidente é uma interrupção não planejada de um serviço de TI, falha ou a redução da qualidade deste serviço. A falha de um item de configuração que ainda não impactou o serviço pode ser considerado um incidente, por exemplo falha de um disco de um conjunto de espelhos.

Portanto Gestão de  Incidente é um processo fundamental, que pode gerar os insumos que propciam um trabalho pró-ativo, através de um processo claro e com melhoramento contínuo. Se tornando através do Service Desk um termômetro sobre como está a saúde da tecnologia implantada.

Dessa maneira galgamos mais um passo rumo a transformar a TI em um recurso que permeia toda  a organização e aprimora processos, alinha iniciativas e agiliza os resultados esperados, através de uma ação consistente que integre tais investimentos ao negócio em si, transformando TI na chave alavancadora do processo de negócio.

A evolução profissional depende da pró-atividade?

A pró-atividade é uma ação que antecipa a tomada de decisão com agilidade e inteligência, além de uma condição básica para quem deseja ter uma carreira bem sucedida.
 
Cada profissional tem uma postura diante de situações vivenciadas no dia-a-dia, mas ganham destaque aqueles com iniciativa, que trazem resultados positivos para a empresa.
 
Antes de tomar uma decisão é preciso estar preparado e se antecipar às possíveis demandas da equipe, adquirindo conhecimentos, experiências e informações que favoreçam uma ação antes da decisão final.
 

Alcançar o sucesso na profissão depende de uma carreira bem administrada e estruturada, que requer atualizações regulares, além do comportamento dentro da empresa.



Att.
Edney Marcel Imme