domingo, 20 de fevereiro de 2011
Lista de CMS
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Chefe dificil?
achei um artigo interessante na revista Engenharia de Software da DevMedia
http://www.devmedia.com.br/post-19026-Tenho-um-Chefe-dificil--e-agora-Engenharia-de-Software-32.html
Tenho um Chefe difícil: e agora?
No mercado atual, todos os líderes sabem como motivar suas equipes estabelecendo um ótimo clima organizacional, certo? Errado!
Parece estranho, mas ainda há líderes que possuem um grande talento para promover a desmotivação geral de suas equipes. Pesquisas apontam que chefes considerados difíceis nunca admitem seus erros, não costumam dar feedbacks, são ditadores e estão sempre insatisfeitos com o desempenho dos seus subordinados. Será que você, caro leitor, tem sido premiado com um chefe assim? Na dúvida, aí vão algumas dicas para que você saiba lidar melhor com um chefe complicado.
1. Certifique-se de que você não é a única pessoa a ter dificuldades de lidar com seu chefe. Líderes que são comprovadamente um problema costumam ser encarados dessa forma por todos, e não apenas por uma pessoa. Se você é a única pessoa a ter problemas com seu chefe, o problema pode estar em você.
2. Nunca bata de frente. Estudos comprovam que as relações pessoais têm um peso muito grande no mercado brasileiro. Por isso, nada de bater de frente, pois você poderá ser mal interpretado. É preciso ter o cuidado de conhecer melhor o chefe para saber a melhor hora de falar, de opinar e de pedir algo. Em nossa cultura, essas coisas costumam dar muito resultado. Você está na sua razão? Ainda assim bater de frente nunca será uma boa. Vá com calma e pelas beiradas.
3. Faça sempre o dever de casa e não dê brechas para puxões de orelha. A produtividade e a competência sempre serão recompensadas e desejadas, mesmo que seu chefe seja um Hitler. Seu chefe é insensível e nunca reconhece seus méritos? Então dê o melhor de si e continue fazendo seu trabalho com responsabilidade e seriedade, porque não há chefe que resista ao charme de um bom profissional. Essa postura de excelência costuma inclusive abrir portas para outras possibilidades profissionais.
4. Não se envolva em fofocas nem fique falando mal de seu chefe para os colegas de trabalho. Essas coisas costumam chegar aos ouvidos dele, o que pode tornar a situação ainda mais difícil. A maledicência corporativa nunca é uma boa postura profissional. Além do mais, numa possível transferência de departamento ou de função a fama de encrenqueiro só irá dificultar as coisas.
5. Sempre que possível, solicite do seu chefe o feedback de suas ações. Se tem algo que os chefes complicados não se sentem à vontade para fazer é dar um feedback. Isso acontece porque eles são péssimos no quesito comunicação, e como dar um feedback é basicamente comunicar-se, a coisa acaba emperrando. Por isso, em alguns casos é preciso "arrancar" o feedback do chefe. Através desse retorno o colaborador terá informações importantes para aprimorar suas ações e ser mais produtivo. O que, diga-se de passagem, fará com que seu chefe reclame menos do seu desempenho.
6. Não adote uma imagem de vítima e de coitadinho. Os bons profissionais não agem assim. Se você se sente perseguido ou não reconhecido por seu chefe, não ande cabisbaixo pelos cantos. Seja auto-motivado e tenha sempre a consciência do seu valor e potencial. Lembre-se: os bons profissionais sempre são reconhecidos e desejados. Se não pelo seu chefe, pelo concorrente ao lado.
7. Desenvolva o hábito de engolir alguns sapinhos. Ao longo das nossas vidas, sempre estaremos engolindo alguns anfíbios saltitantes. Isso acontece porque nem sempre vamos poder chutar o balde quando bem entendermos. Afinal, temos contas para pagar e família para sustentar. Sem falar que mudar de função ou de emprego não é garantia de que se estará livre para sempre de um chefe difícil. Manter o controle e esperar a hora certa de tomar certas decisões são posturas que sempre acompanham o profissional maduro e que sabe o que quer.
Por fim, se nada disso adiantar, talvez seja a hora de ter uma conversa franca com o departamento de recursos humanos e sinalizar que está disposto a mudar de ares. Mas lembre-se de duas coisas: primeiro, chefes difíceis estão com os dias contados. Não há mais espaço para eles num mercado de trabalho globalizado e dinâmico. E segundo, você pode até deixar uma empresa por causa de um chefe difícil, mas se for um bom profissional o mercado de trabalho nunca o deixará. Siga em frente.
Edney Marcel Imme
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Android é mais vulnerável a ataques que o iPhone
http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI4886933-EI15606,00-Android+e+mais+vulneravel+a+ataques+que+o+iPhone.html
Edney Marcel Imme
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Faltam profissionais qualificados
Veja dez áreas em que faltam profissionais, segundo recrutadores
G1 consultou empresas de recursos humanos e sites de currículos.
Crescimento do mercado ou exigências dificultam preenchimento de vagas.
O aquecimento da economia, a exigência de qualificações ou até mesmo a falta de profissionais no mercado fazem com que empregadores tenham dificuldade para preencher vagas muitas vezes consideradas estratégicas, afirmam especialistas. Após consultar empresas das áreas de recursos humanos e sites de currículos, o G1 lista dez dos cargos mais difíceis de serem preenchidos atualmente no mercado brasileiro.
As empresas citaram as funções e áreas que, neste ano, marcaram pela escassez de profissionais adequados. Algumas vagas acabaram nem sendo preenchidas ou os empregadores precisaram abrir mão de alguma exigência para fechar o posto, afirmam os especialistas. Outro motivo apontado pelos recrutadores para esses casos é que, com a economia aquecida, muitas empresas procuraram segurar os funcionários, cobrindo eventuais ofertas.
| 10 CARGOS DE DIFÍCIL PREENCHIMENTO | ||
|---|---|---|
![]()
| Analista ou coordenador contábil com inglês fluente | |
![]() | Consultor SAP com inglês fluente e experiência | |
![]() | Profissionais da área de Tecnologia da Informação (TI) | |
![]() | Profissionais da área de vendas e teleatendimento | |
![]() | Coordenador de medicina e | |
![]() | Engenheiros | |
![]() | Médicos | |
![]() | Secretárias | |
![]() | Profissionais da área de mineração | |
![]() | Profissionais da área petroquímica e de energia | |
| Fonte: Curriculum.com.br, Fabiana Nakazone, gerente da divisão especialistas do Grupo DMRH, Fátima Brandão, gerente do Foco RH, Leandro Cabral, diretor comercial da Catho Online e Renato Grinberg, diretor da Trabalhando.com.br. | ||
Casos específicos
Além dos cargos citados na tabela acima, os especialistas de recursos humanos lembraram também exemplos de cargos de difícil preenchimento apenas em algumas regiões do país.
É o caso do cargo de analista de custos para o Centro-Oeste, que tenha perfil estratégico e inglês fluente, diz Fabiana Nakazone, gerente da divisão especialistas do Grupo DMRH. Segundo Fabiana, nesse caso foi difícil preencher o posto por conta da localização da vaga. "O requisitante pediu inglês fluente com perfil estratégico. Quando vamos para o Centro-Oeste, onde estão as filiais das empresas, fica mais difícil achar esse profissional", afirmou.
Outra função de difícil preenchimento foi a de médico do trabalho com experiência em grandes empresas para o Nordeste, lembrou Fabiana. "As empresas abrem polos em cidades pequenas e a pessoa que está na capital não vai querer ir para o interior", disse. Ela lembrou, ainda, que dificilmente os médicos conseguem trabalhar em muitas empresas no mesmo dia, já que eles têm a agenda cheia.
Renato Grinberg, diretor da Trabalhando.com.br, afirmou que a empresa também teve dificuldades para encontrar profissionais da área farmacêutica que tenham conhecimentos em assuntos regulatórios, ou seja, conheçam as normas brasileiras para o setor. "Demorou bastante para preencher essa vaga", afirmou. Segundo ele, a área de laboratórios está em crescimento no Brasil e muitas empresas do segmento estão investindo no país, daí a necessidade de especialistas na área de regulamentação.
Contraproposta
Os salários para contratar profissionais já experientes também aumentaram, em virtude da economia mais aquecida e do consequente assédio de outras empresas para que o funcionário troque de companhia. Isso, segundo recrutadores, faz com que muitos empregadores tentem segurar sua equipe, cobrindo as ofertas dos concorrentes. "No ano passado, as empresas tiveram que enxugar o quadro e poucas fizeram contraproposta. Neste ano, os empregadores estavam com dinheiro e todos os bons candidatos, se tiveram proposta para sair, receberam a contraproposta", disse Fabiana, do Grupo DMRH.
Na área de Tecnologia da Informação (TI), por exemplo, Leandro Cabral, diretor comercial da Catho Online, diz que a procura tem crescido a cada dia. "Profissionais nessa área estão entre os mais bem remunerados do mercado, portanto, já recebem acima da média". Ele lembrou que o investimento na qualificação na área é alto. "Porém, isso é observado em várias outras profissões e, mesmo assim, a remuneração média fica abaixo da de TI", disse.
Empresas abrem mão de qualificações
De acordo com Fátima Brandão, gerente do Foco RH, as empresas estão abrindo mão de alguns conhecimentos ou experiências nos profissionais, desde que eles tenham o perfil comportamental adequado. De acordo com ela, um profissional que seja '100%' às vezes pode receber uma proposta melhor de outro empregador e ficar por pouco tempo na empresa. "Não tem mão de obra tecnicamente para todo mundo", disse. Segundo ela, quando escolhe por um profissional que não está completamente treinado, a empresa opta por dar cursos ou oferecer treinamentos.
"Muitos cargos de gestão, como coordenadores, gerentes e diretores, deixam de ser preenchidos por falta de profissionais preparados no mercado", disse Cabral. Para Grinberg, quanto mais sobe o cargo, maiores são as especificações. "Os clientes pedem um superhomem."
Como aproveitar oportunidades
Para Fabiana Nakazone, vale aos candidatos ficarem de olho nas vagas mais difíceis de preencher para tentar atendê-las. Segundo ela, às vezes um profissional formado em determinada área não enxerga todas as possibilidades que a carreira tem a oferecer, focando apenas no setor que está mais saturado. "É importante ver o que cada formação pode oferecer".
Renato Grinberg alerta que o candidato precisa gostar do que faz. Ele lembra que de nada adianta cursar engenharia só porque há vagas disponíveis na área se a pessoa não tiver habilidade com números, por exemplo.
Att.
Edney Marcel Imme
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Virada contra o PT
Virada contra o PT
Importante esclarecimento:
| |
| Se esta mensagem circular de maneira vigorosa, o Jornal Nacional vai ter que enfrentar o Lula e perguntar aquilo que todos nós queremos saber. |
Att.
Edney Marcel Imme









